Relato | Érika Pozetti

06/03/2016

Entrei no Ateliê da forma mais bacana possível… por meio da AMIZADE!
Já era amiga da Sá e frequentadora assídua do antigo ateliê na Vila Industrial, onde rolavam boas conversas, comidinhas fantásticas, pinturas em vasinhos e muita música!
Por pouco tempo estive como aluna da Sá, mas durante quase sete anos fui aprendiz do Ateliê!
Todos os projetos, exposições, participações, produções foram sensacionais para a ampliação do meu repertório.
Sou designer e aprendi a trabalhar não somente com as artes e sim, PARA as artes, o que não é nada fácil! Sempre estive no backstage, na produção da “cara” do evento ou exposição. Crie o primeiro brand design do Ateliê e por este meio, acabei “designeando” para outros artistas.
Foi muito enriquecedor!
Receber um briefing de uma empresa é muito diferente de receber um briefing de uma exposição! Essa diferença e aplicação do design não está escrita em nenhum lugar! Só a experiência, como a que eu tive, pode dar subsídios para trabalhar bem com essa área.
Por isso, sou grata pelos ótimos momentos junto a tantas pessoas bacanas, com uma percepção incrível de arte e que me forneceram tantas informações preciosas!
Aprendi muito… Cresci muito…  Meu “olhar” mudou pra melhor!
Foram inúmeros trabalhos! Minha participação em cada um deles, somava um novo conhecimento pra mim… As aberturas de exposição, além de cumprir com seu papel, mobilizava muita gente que até nem entendia de arte, mas vivenciava a arte adornada de muita diversão.
O Ateliê não é somente um lugar que “pratica” a arte! É um local que compartilha arte, vivência tudo que ela compreende… música, gastronomia e entretenimento… Tínhamos isso dentro e fora do espaço… até porquê, também participávamos e fazíamos eventos fora de lá.
Um desses momentos marcantes pra mim foi o prêmio que recebemos pelo Itaú Cultural com o trabalho “Título de pintura”.
Fizemos três exposições em cidades diferentes (São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia), onde construímos a mesma obra de forma diferente em cada um dos museus que expusemos. Foi sensacional!
Outro momento pelo qual me orgulhei do Ateliê foi no DF (Despois das Fronteiras – Experiências visuais e sonoras no planalto) em Brasília. Eu havia acabado de sair do Ateliê, entretanto trabalhei como designer deste projeto, bem como participante de grupo expositor – Sang Fezí.
Foi mais um momento marcante pela troca, ampliação de repertorio e novamente a percepção de saber que o Ateliê é agregador, democrático e disseminador da arte!

Obrigada ATELIÊ!!

Érika Pozetti

 


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