Arte Viral. VideoArte. Desenho.

09/04/2007

09 de abril a 11 de outubro de 2007
Projeto Cultural para a Policamp
Concepção, curadoria e identidade visual: Ateliê Aberto
Etapas:
Arte Viral
Vídeo Arte
Desenho-Intervenção

Dentro dos projetos elaborados pelo Ateliê Aberto para outras instituições ou empresas sempre houve uma aproximação com a Universidade. O próximo projeto tem essa configuração e foi criado sob medida para a Policamp de Campinas. O Ateliê Aberto é responsável pela concepção, curadoria e identidade visual do projeto.

A direção da instituição, representada pelo prof. Ricardo Tannus, procurou o Ateliê Aberto para construir um projeto cultural para seus alunos. Acredita que a apropriação cultural faz parte do contexto acadêmico gerando novas posturas por parte de seu corpo docente e discente. A unidade da Policamp em Campinas está voltada para cursos de graduação dirigidos para Administração, Marketing, Engenharia e Direito e recentemente abriu seu novo curso de Desenvolvimento de Sistemas para a Internet.

O escopo geral dos cursos, medido pela atual demanda mercadológica, solicita a compreensão de maior atenção para assuntos culturais que possam complementar a formação profissional e pessoal mais crítica e consciente dos alunos e a instituição aposta nisso. O coordenador do curso de Desenvolvimento de Sistemas para a Internet, Thales Lima foi o porta-voz do grupo e promoveu toda a intermediação necessária para a implantação do projeto. Em consonância com os demais membros da diretoria acredita que o interesse pela cultura e pela arte possam ser motivados com a correta abordagem e que o espaço da universidade é fundamental para esse encontro.

Assim, baseados nesse encontro entre a abertura da instituição para projetos culturais e o fôlego de trabalho em processo dos artistas do Ateliê Aberto nasce esse projeto que se inaugura no mês de abril tanto para a comunidade interna quanto para a população da cidade interessada.

O conceito elaborado para esse projeto cultural fixou-se na ênfase das novas mídias e tecnologias que representam, para a Policamp, seu curso mais recente e, para o Ateliê Aberto, uma frente criativa contemporânea com a qual mantém freqüente diálogo.

O projeto todo se estende pelo semestre avançando até o mês de agosto por meio de 3 propostas. Esta é a primeira delas e recebe o título é [1] ARTE VIRAL.

[1] ARTE VIRAL se aproxima, portanto do elemento tecnológico constituindo-se pela criação de imagens para o descanso de tela dos computadores dos laboratórios de informática, local de aula e estudo de todos os alunos do campus. Como um vírus, ocupa o lugar da ilustração pronta, da imagem que navega pela rede e chega via e-mail até nossas máquinas. Seu conteúdo é que se diferencia e propõe maior reflexão.

As imagens produzidas estão baseadas na poética criativa das oito artista convidadas para o projeto. São elas: Adriana Conceição; Alice Grou; Cecília Stelini; Dorothea Freire; Flaviana Tannus; Marilde Stropp; Norma Vieira e Sarah Valle.

Desseo conjunto, algumas imagens refletem novas configurações do trabalho já desenvolvido por elas em forma de performances ou instalação (Cecília Stelini, Dorothea Freire e Norma Vieira) outras demonstram sua atual pesquisa fotográfica e iconográfica (Sarah Vale; Flaviana Tannus; Adriana Conceição e Alice Grou) ou ainda revelam novos ângulos do próprio espaço do campus, efetuados em particular para esse projeto (Marilde Stropp).

Atuantes no circuito artístico de Salões, Museus e Projetos Específicos para Espaços Abertos as artistas tem em comum a linguagem contemporânea e a disposição do trabalho ligado às experimentações e formatos que a tecnologia mais atual proporciona. Assim, partindo de seu universo particular de criação projetaram imagens que se conciliam com a tela do computador.

Por todo o mês de abril, os seis laboratórios da Policamp terão as imagens artísticas como seus descansos de tela. Dentro dessa programação, alunos e demais interessados poderão também fazer o download das imagens a partir do site da instituição. (www.policamp.edu.br)

A idéia dessa disponibilidade das imagens é democratizar o acesso à arte e cultura pontuando seus distintos usos e compartilhamentos em nossa atualidade. Com a Internet flexibilizam-se certas noções que a Arte já pratica há tempo: autoria, domínio, apresentação e reprodução. Também nesse sentido foi planejado um encontro em forma de palestra, mas com um tom mais informal entre os artistas e os alunos no dia 10/abril as 19:30hs no hall de entrada da instituição.

Cada artista vai falar um pouco sobre sua trajetória e as relações de uso da mídia e da tecnologia com sua poética particular. Vão discutir os elementos que percebem como importantes da tecnologia em seu trabalho e conversar com os alunos e público interessado sobre o projeto. O convite se estende para a população de Campinas que precisa, apenas, inscrever-se por e-mail ou telefone para ter acesso ao evento dentro do campus.

Localizada numa das saídas da cidade de Campinas, próxima ao Espaço Cultural da empresa CPFL de Energia, a Policamp colabora com esse projeto para a criação de um possível corredor de projetos culturais em expansão nessa região da cidade.

Títulos e Artistas participantes da Etapa [1] ARTE VIRAL na Policamp:

Adriana Conceição -  O verdoado / 2005
Alice Grou -  Coberta de musgo, vestida de pedra / 2006
Cecília Stelini -  Serie Bordados. Ato IV / Situação 4 / 2005
Dorothea Freire –  Brasil 3 x 4 / 2007
Flaviana Tannus -  Adornos da dependência / 2006
Marilde Stropp -  Fresta / 2007
Norma Vieira – Paradoxo Construtivo: a tensão / 2006
Sarah Valle -  Pausa / 2006

Dando continuidade ao projeto cultural inaugurado em abril, o Ateliê Aberto leva para a Policamp a etapa de [2] Vídeo Arte.

Composto pelo mesmo dado tecnológico percebido na primeira etapa intitulada de Arte Viral, a proposta avança agora da imagem estática para o movimento. São oito vídeos construídos a partir da linguagem contemporânea em andamento pelas artistas integrantes do projeto.

A idéia é levar para os alunos e comunidade da Policamp outra inserção artística que possa aproximar a contemporaneidade e a cultura do universo cotidiano dessas pessoas. A vídeo arte é uma vertente bastante praticada e exposta pela estética atual alcançando espaço de importância nas exposições e projetos importantes como as Bienais e Salões de Arte nacionais e internacionais. Nascida das experimentações multimídia de meados dos anos 1970 tem como seu precursor o artista sul-coreano Nam Juine Paik (1932-2006) e o alemão Wolf Vostell (1932-1998).

A rapidez das informações no mundo pós-industrial aliada a um comportamento investigativo e inovador dos artistas dessa segunda metade do século XX levaram a arte para esse direcionamento no qual a imagem se oferece como elemento principal do trabalho artístico. Com isso, elegem-se, como novos índices criativos, as linguagem do vídeo, da fotografia e demais meios de captura e reprodução de imagens virtuais, digitais.

O trabalho criado pelas oito artistas para o projeto cultural da Policamp integra essa condição de trabalho suscitando seus espectadores à recepção de rápidos códigos visuais poetizados por seus temas de interesse particular ampliados por sua conexão com o tempo presente e com a apresentação para um público maior.

Abaixo estão as sinopses de cada vídeo que será apresentado durante a próxima semana no Hall de Entrada da Policamp. Na noite de lançamento, segunda-feira, dia 11, as artistas estarão presentes.  Entrada franca.

Sinopses dos vídeos

1. Artista: Sarah Valle
Título: Ato de desenhar
Duração: 4’
Ano: 2007

O vídeo Ato de desenhar tem a proposta de desvendar em quatro minutos um pouco da realização intimista do trabalho da artista. As cenas mostram suas mãos em plena ação: são desenhadas ou desenham. Seu percurso vai sendo registrado pelas finas linhas compostas que nos remetem aos já conhecidos mapas realizados por Sarah sobre papel. Traçados na própria pele criam agora um novo suporte de apresentação para o desenho. Sua captura pela câmera de vídeo amplia a noção da imprecisão temporal de sua realização. Nesse tempo do vídeo não se consegue determinar ao certo a seqüência linear da tarefa do desenho. Vários deles são iniciados, reiniciados e sobrepostos levando a um moto contínuo, também típico dos atuais formatos da linguagem da vídeo arte. A artista pretende transmitir a sensação própria da criação estética que nos sugere perdurar, não ter fim.

2. Artista: Norma Vieira
Título: Paradoxo Construtivo : A TENSÃO

Duração: 9’
Ano: 2007
Filmagem e edição: Guilherme Fogagnoli

Paradoxo Construtivo: A TENSÃO parte de um ensaio fotográfico realizado em 2006 pela artista mostrando a tensão existente entre a dureza do quase indomável aço e a fragilidade da bandagem que tem sido seus materiais de pesquisa para o trabalho em fotografia e objeto. Interessada no contexto dos discursos, na metáfora aqui estabelecida, a artista trabalha as fragilidades do homem e a dialética do interior/exterior, a partir de uma seqüência de imagens que nos deixam compreender cansaço procurando vencer o material. Closes mais próximos dos cabos de aço, do tecido além de planos abertos que mostram o transe da artista em seu envolvimento na tarefa referendam os valores trabalhados por Norma Vieira dentre conteúdos e continentes, formas orgânicas e confinamento. A luta travada por ela para dominar o trabalho nos dá a sensação de que finalmente alguma coisa ali foi encerrada.

3. Artista: Flaviana Tannus
Título: somente
Duração: 4’
Ano: 2007

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No vídeo somente o olho acompanha a mágica dançante de cores e palavras que surgem de cápsulas de remédios em diluição e vão assumindo no espaço líquido uma nova forma junto com palavras retiradas da bula. Pode ser entendido como uma espécie de depoimento visual dos muitos sentidos com os quais as palavras e os objetos que nos cercam determinam a continuidade da vida e das relações. A plasticidade da imagem quase nos faz esquecer da gravidade de sua presença no vídeo.

4. Artista: Alice Grou
Título: Coberta de Musgo, Vestida de Pedra
Duração: 3’
Ano: 2007

Explorando um tom algo expressionista o vídeo traz um olhar para o tempo passado, para cenários nos quais a memória reencontra imagens que podem reconstituir em nós o ser da solidão que é libertadora. Alice Grow elabora seu trabalho acreditando que uma imagem primitiva nos permite experimentar uma impressão de intimidade e de segurança. Em Coberta de musgo, vestida de pedra, nos deparamos com o problema da “volta à terra”, a terra natal, quase perdida, que resiste ao tempo permanecendo como a morada principal dos devaneios de infância. Neste curto espaço de tempo do vídeo somos convidados a interpretar a solidão no plural: nossas solidões de criança, as solidões de hoje. Bastante poético, o vídeo traz o contexto do lugar, dos ecos de lembrança, abrigo e refúgio, estado de alma que povoam todas as pessoas que se permitem ser imersas pela imagem.

5. Artista: Cecília Stelini
Título: BORDADO – ATOS -SITUAÇÕES

Duração: 7’
Ano: 2007
Filmagem e edição: Guilherme Fogagnoli

O vídeo foi criado a partir de uma série de performances que lhe dá título: “BORDADO – ATOS -SITUAÇÕES”. Realizada várias vezes ao longo dos anos de 2003 a 2005 trazem em seu contexto maior simbologias que tratam do Amor.  Assim, o vídeo compõe aqui parte de um projeto artístico maior, para o qual representa um resumo visual do processo de construção deste trabalho-ação da artista que está intrinsecamente ligado ao processo de construção-ação de rituais sagrados ou profanos conhecidos das pessoas ao longo dos tempos. O amor surge de suas imagens selecionadas que trazem a cor vermelha, o coração e o peixe ao longo da performance que são bordados juntos. Suas situações de fusão são tratadas pela artista em 4 situações:
Situação 1 – coração na barriga do peixe – amor materno
Situação 2 – coração na cabeça do peixe – amor paixão
Situação 3 – coração nas costas do peixe – amor fardo
Situação 4 – coração no rabo do peixe – amor exclusão

6. Artista: Dorothea Freire
Título: Personalidades
Duração: 4’
Ano: 2007

O vídeo Personalidades é o mais recente registro performático de Dorothea Freire. Apresenta a própria artista fotografando suas prováveis personas, diferentes personagens que constituem seu working in progress: “Brasil 3×4” um painel fotográfico com centenas de pessoas do imaginário urbano atual.  No vídeo, são pessoas percebidas no dia-a-dia da artista, relatadas com recursos mínimos de transformação. O rosto que vemos pode ser qualquer pessoa. O tom de humor sutil presente no vídeo mostra uma leveza que tem por trás de si o poder da imagem veiculada pela comunicação midiática nos grandes centros urbanos e que tanto interessa à artista em seus outros projetos.

7. Artista: Adriana da Conceição
Título: O ver doado
Duração: 2’
Ano: 2007

Vídeo realizado no centro da cidade de Ribeirão Preto como parte do projeto de intervenção urbana da artista que discute a doação de órgãos no contexto social atual. Por meio de abordagens rápidas, gravadas por ela, as pessoas entrevistadas respondem à pergunta: o que você doaria? O inusitado da situação leva à respostas diversas: cabelos, livros, malhas de frio, móveis, óculos, coração, olhos, órgãos.

8. Artista: Marilde Stropp
Título: O lado de dentro
Duração: 4’
Ano: 2007
Filmagem:  Guilherme Fogagnolli
Edição: Regis Fernando da Silva

O vídeo é resultado de uma instalação criada para o espaço do Ateliê Aberto em 2004 de mesmo título. O projeto constituía-se de uma parede repleta de caixas de vidro que tem uma das faces espelhadas e que empilhadas fazem com que o ambiente seja literalmente estilhaçado pela quantidade de luz capturada e pelo jogo de imagens e transparências formado. Desde o início, o contexto criativo da artista pretendia esse deslocamento da fotografia para a instalação. Dessas continuidades possíveis pela volatilidade das imagens geradas é que surge o vídeo.  Tomadas fechadas desse campo especular de imagens superpostas, invertidas e completamente fragmentadas captam o movimento das pessoas e dos carros do lado de fora da sala pela janela impossibilitando ao seu espectador saber ao certo qual é o lado de fora e qual é o lado de dentro.

Agora, no recomeço do novo semestre, a Etapa 3 adota o título de [3] Desenho-Intervenção e trabalha com uma proposta de intervenção artística que sobre uma parede de vidro desse mesmo espaço comum na entrada da Faculdade. Fundindo ícones desenhados pelas artistas à transparência dessa parede de vidro a proposta modifica a compreensão espacial do espaço em questão no período do próximo mês.

Cada artista elaborou um ícone que partiu do repertório mais recente de seu trabalho tendo em mente que essa imagem seria projetada de modo mais gráfico na estrutura transparente em total fusão com os demais ícones do grupo. As discussões de preparação do projeto tomaram a questão da linguagem em códigos, da transparência, das presenças e ausências suscitadas por esse lugar escolhido para a intervenção e as proximidades que esses elementos poderiam ter com sua poética criativa.

A estrutura da intervenção vai criar uma espécie de frase cifrada pela repetição dos ícones numa seqüência que pode ser lida/ vista/ percebida pelos usuários do lugar também a partir da sua revelação em palavras ligadas à criação dos ícones. Juntar a plasticidade do desenho que se construirá pelas placas de vidro aos códigos das palavras será o convite feito ao público espectador do trabalho. As palavras referentes a cada ícone, também eleitas pelas próprias artistas ao longo da elaboração do projeto, derivam de seu escopo individual criativo para o campo aberto da paisagem que as orienta para essa intervenção. São palavras como: duplo, sombras, vida, sonhos, desiderato, ver, dentre outras.

Espera-se com esse projeto, que a unidade das etapas anteriores possa ser lida no seu modo panorâmico, e que a poética dos artistas suscite a ampliação dos alunos universitários e da comunidade para o trabalho da arte contemporânea.

As artistas convidadas para o projeto são: Adriana da Conceição; Alice Grou; Cecília Stelini; Dorothea Freire; Flaviana Tannus; Marilde Stropp; Norma Vieira e Sarah Valle.

Atuantes no circuito artístico de Salões, Museus e Projetos Específicos para Espaços Abertos o grupo tem em comum a linguagem contemporânea e a disposição do trabalho ligado às experimentações e formatos que a tecnologia mais atual proporciona.

A Policamp proporciona com esse projeto piloto na área artística a importância que tem a formação extra-sala de aula e o envolvimento cultural de sua comunidade para a que a real inserção da instituição se efetive na cidade.

Projeto: Projeto Cultural para a Policamp – Etapa [1] Arte Viral
Lançamento e debate: dias 09 e 10 de abril às 19h30
Exposição : abril de 2007 – laboratórios de informática do campus

Policamp e site da escola: www.policamp.edu.br
Inscrição para a palestra: pelo e-mail marketing@policamp.edu.br ou telefone: 3756-2300 com Vitor.
Local: POLICAMP-FACULDADE POLITÉCNICA DE CAMPINAS.  Rua Luiz Otávio, 1281 – Parque Santa Cândida – Campinas/SP
Concepção; curadoria e identidade visual: Ateliê Aberto – produções contemporâneas. Fone: 19. 3251-7937

Projeto Cultural para a Policamp – Etapa [2] Vídeo Arte
Apresentação dos vídeos: de 11 a 15 de junho de 2007
Local: POLICAMP-FACULDADE POLITÉCNICA DE CAMPINAS. Rua Luiz Otávio, 1281 – Parque Santa Cândida – Campinas / SP. Hall de Entrada.
Concepção; curadoria e identidade visual: Ateliê Aberto – produções contemporâneas. Fone: 19. 3251-7937

Projeto: Projeto Cultural para a Policamp – Etapa [3] Desenho-Intervenção
Exposição: 11 de setembro a 11 de outubro
Local: POLICAMP-FACULDADE POLITÉCNICA DE CAMPINAS.  Rua Luiz Otávio, 1281 – Parque Santa Cândida – Campinas/SP. fone: 3756-2300
Concepção; curadoria e identidade visual: Ateliê Aberto – produções contemporâneas. Fone: 19. 3251-7937

Artistas participantes: Adriana da Conceição ; Alice Grou; Cecília Stelini; Dorothea Freire; Flaviana Tannus; Marilde Stropp; Norma Vieira e Sarah Valle.


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